Domingo, 30 Abril 2017

Criar uma Economia Inclusiva

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CRIAR UMA ECONOMIA INCLUSIVA

 

Num mundo de recursos limitados, o Desenvolvimento Sustentável só é viável se tais recursos forem distribuídos com justiça, equidade e transparência. A igualdade de oportunidades no acesso aos mercados deve portanto ser um imperativo, quer a nível local, quer a nível global. Os Municípios podem liderar a construção de uma economia local inclusiva, na qual todos podem participar e na qual as necessidades sociais, em particular as dos mais vulneráveis, encontram respostas financeiramente sustentáveis. O Município Glocal deverá:

:: Conceder igualdade de oportunidades a mulheres e a homens na progressão profissional e no recrutamento do Município;

:: Incentivar o acesso das pessoas mais desfavorecidas a atividades geradoras de rendimento;

:: Estimular a proximidade económica, produtos e negócios locais;

:: Introduzir critérios sociais, ambientais e éticos nos procedimentos de compra e de adjudicação;

:: Apoiar o empreendedorismo social;

:: Incentivar o voluntariado, em especial o dos colaboradores da autarquia.

 

GO GLOBAL

Os Países em Desenvolvimento (PED), expostos às ondas de choque do sistema económico e financeiro  global, viram a sua situação agravada com a crise atual e as consequências sociais e  económicas devastadoras da mesma. Apesar da diversidade entre países em termos de  impacto e capacidade de resposta à crise através de medidas contra-cíclicas, são sempre os  mais pobres e vulneráveis os principais afetados.  Uma economia fragilizada (fraciona) afeta todos os setores da sociedade: da pobreza à educação, da saúde à promoção do ambiente é necessário assegurar a coerência das políticas que permita um desenvolvimento sustentado de todas estas áreas. A União Europeia e os seus Estados-membros empenhados na prossecução dos Objectivos de Desenvolvimento do Milénio têm necessariamente de ter a capacidade de medir as decisões que adotam na reforma do sistema financeiro e económico mundial sob o risco de projetarem milhões de pessoas para a pobreza.

Também as Autoridades Locais têm aqui um papel acrescido. Anualmente as  Autoridades Locais gastam mais de 2 mil milhões de euros na aquisição de produtos, bens e serviços, pelo que o seu peso no equilíbrio do sistema económico e financeiro mundial é fulcral. Através de acordos de cooperação com os Países em Desenvolvimento as Autoridades Locais podem reavivar as economias locais de ambas as comunidades procurando a introdução de critérios sociais e ambientais nas suas compras.

 

Global Fund for Cities Development (FMDV) :: http://www.fmdv.net/en

ICLEI - Local Governments for Sustainability :: http://www.iclei.org/

Projeto Landmark :: http://www.landmark-project.eu/pt

Site Voluntariado :: http://www.voluntariado.pt/

Processo de Marrakech :: http://esa.un.org/marrakechprocess/

Your Europe :: http://europa.eu/youreurope/citizens/work/index_en.htm

EU employment and social policies :: http://ec.europa.eu/social/main.jsp?langId=en&catId=656

OIT Portugal :: http://www.ilo.org/public/portugue/region/eurpro/lisbon/index.htm

World Bank Institute :: http://wbi.worldbank.org/wbi/

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Conteúdos IMVF: Mónica Santos Silva :: Ana Teresa Santos :: Ana Isabel Castanheira